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piano na terceira idade

O papel transformador do piano na terceira idade

piano na terceira idade

O envelhecimento é um processo natural da vida, mas nem por isso precisa ser associado à perda de vitalidade, isolamento ou redução da qualidade de vida. Nas últimas décadas, diversos estudos realizados nas áreas da neurologia, psicologia, gerontologia e educação musical têm demonstrado que atividades artísticas exercem papel fundamental na manutenção da saúde física, emocional e cognitiva das pessoas idosas. Leia Mais

Progressões harmônicas no modo menor

Progressões harmônicas no modo menor

Progressões harmônicas no modo menor

O modo menor ocupa um lugar singular na história da música ocidental. Desde o Barroco, ele é associado a afetos como melancolia, introspecção, dramaticidade e tensão, oferecendo um campo harmônico mais instável e ambíguo do que o modo maior. Essa instabilidade não constitui uma fragilidade estrutural, mas justamente a fonte de sua riqueza expressiva. Ao contrário do modo maior, cuja hierarquia funcional tende a ser mais previsível, o modo menor admite múltiplas variantes escalares e, consequentemente, um leque mais amplo de progressões harmônicas. Leia Mais

Bebop e piano

Bebop e piano: a revolução do jazz moderno

Bebop e piano

Poucos movimentos musicais exerceram influência tão profunda sobre a história do jazz quanto o bebop. Surgido nos Estados Unidos durante a década de 1940, o estilo representou uma ruptura radical com a música de dança que dominava as big bands da Era do Swing. Mais do que uma nova estética, o bebop redefiniu a linguagem harmônica, melódica e rítmica do jazz, transformando o estilo em uma forma de arte voltada principalmente para a escuta e para a expressão individual dos músicos. Leia Mais

Músico tocando uma improvisação na música clássica

Improvisação na música clássica: um legado esquecido e reencontrado

Músico tocando uma improvisação na música clássica

A palavra “improvisação” costuma evocar imagens de músicos de jazz explorando harmonias inesperadas e melodias espontâneas. No entanto, durante grande parte da história da música ocidental, a improvisação foi uma prática importante.

Do século 17 até o século 19, um pianista que não improvisasse era considerado incompleto.

Atualmente, essa prática ganhou novo fôlego com intérpretes e estudiosos que buscam resgatar uma das artes mais livres e ao mesmo tempo mais exigentes da música clássica: a improvisação ao piano. Leia Mais


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