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Alberto Nepomuceno

Alberto Nepomuceno, o “precursor” do nacionalismo

Alberto Nepomuceno

 

O pianista, organista, compositor e professor Alberto Nepomuceno nasceu em Fortaleza, no Ceará, em 6 de julho 1864 e, aos oito anos, mudou-se com a família para o Recife, onde teve suas primeiras lições de violino e piano com o pai, Victor Nepomuceno, violinista e ex-organista da catedral de Fortaleza.

Conheça mais sobre a história de Alberto Nepomuceno no artigo!

 

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método dalcroze

O piano e o método Dalcroze

método dalcroze

Durante os séculos 19 e 20, a educação musical sofreu profundas transformações, recebendo contribuições de diversos autores por meio de propostas de sistematização, muitas delas posteriormente conhecidas e aplicadas por todo o mundo por conta de sua coerência e alinhamento, fazendo parte de um conjunto de metodologias conhecidas como métodos ativos de educação musical.

Conheça um desses métodos em nosso artigo: o método Dalcroze!

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Coleção de notas de Beethoven

A mais conhecida obra para piano de Beethoven, “Pour Elise”

Coleção de notas de Beethoven

Em 17 de dezembro de 2020 comemora-se o 250º aniversário do nascimento de um dos maiores gênios da música: Ludwig van Beethoven. Para marcar a data, centenas de eventos foram programados para este ano por todo o mundo, desde sua cidade natal, Bonn, na Alemanha. No entanto, a maioria deles teve que ser cancelada ou adiada por conta da pandemia que assolou o planeta. Concertos e recitais com a presença do público foram, por ora, descartados, mas gravações estão sendo lançadas e muitas apresentações ocorrendo pelos canais de internet.

Não podíamos deixar a data passar em branco e, de agora até a data de aniversário do gênio alemão, publicaremos uma série sobre as principais obras para piano que ele compôs, explicando os detalhes de suas criações. Para iniciar, “Pour Elise”, talvez a obra mais popular de Beethoven, seja por ser acessível a estudantes ou pelo tema principal, tão peculiar.

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piano-de-cauda

O piano e o cinema mudo

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No início da história do cinema, os filmes não possuíam trilha sonora, ou seja, eram “mudos”. Nessa primeira fase, a nova invenção enfatizava apenas o movimento: os filmes eram, geralmente, sem enredo, apresentando apenas o registro de imagens em movimento, como um trem chegando a uma estação, um homem regando seu jardim, homens jogando cartas, e coisas mais triviais. Por volta de 1900, os cineastas superaram os aspectos técnicos de apenas mostrar o movimento e começaram a contar histórias, transmitidas por meio de gestos suaves, mímica e letreiros explicativos.

Nessa fase, o diálogo, quando necessário, aparecia como uma grande legenda a ser lida pelos espectadores. Isso não quer dizer, no entanto, que se assistia aos filmes em absoluto silêncio, e é aí que piano e cinema mudo se encontram!

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