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Pessoa tocando fuga no piano

O que é fuga no piano?

Pessoa tocando fuga no piano

Quem nunca ouviu falar dos prelúdios e fugas do “Cravo Bem Temperado” de Johann Sebastian Bach? Esse conjunto de peças, compostas em 1722 para um dos antecessores do piano, é uma das mais importantes obras do repertório pianístico e estudo fundamental para todos que pretendem se aperfeiçoar no instrumento. O próprio Bach descreveu a obra: “para o proveito e uso dos jovens músicos desejosos de aprender e, especialmente, para o entretenimento daqueles já experientes com esse estudo”.

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Franz Joseph Haydn tocando com amigos

Franz Joseph Haydn, o artífice do classicismo

Franz Joseph Haydn tocando com amigos

Chamado de o “Pai da Sinfonia” e o “Pai do Quarteto de Cordas”, o compositor austríaco Franz Joseph Haydn contribuiu de maneira decisiva para o desenvolvimento dessas e de outras formas musicais.

Extremamente prolífico, conseguia escrever três peças em uma semana e compôs 107 sinfonias, 83 quartetos de cordas, 45 trios para piano e cordas, 62 sonatas para piano, 27 concertos para diversos instrumentos, 16 óperas, 16 aberturas orquestrais, 35 peças religiosas e outros trabalhos. Muito reconhecido, foi considerado o maior compositor vivo de seu tempo e, ao lado de Mozart e Beethoven, forma a “trindade vienense”.

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Almeida Prado tocando um piano da Fritz Dobbert

Almeida Prado, o pianista e compositor contemporâneo brasileiro

Almeida Prado tocando um piano da Fritz Dobbert

Considerado um dos maiores expoentes da música erudita no Brasil, o compositor, pianista, regente e professor Almeida Prado é referência quando se trata de música contemporânea.

Professor do Instituto de Artes da Unicamp durante 25 anos, prezava pela originalidade e pela liberdade estética. Como compositor, dizia-se completamente livre para empregar elementos de nacionalismo, atonalismo e tonalismo, além de referências à ecologia, à religião e ao misticismo.

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imagem de Esther Scliar

Esther Scliar, a educadora

imagem de Esther Scliar

Falecida precocemente, com poucas obras editadas, Esther Scliar não é devidamente lembrada hoje. Mas grande parte da preocupação da pianista, maestrina, compositora, musicóloga e professora brasileira era com a educação musical, terreno em que detectava deficiências primordiais.

Por conta disso, resolveu criar um sistema mais completo, rico, criativo e básico da teoria e da análise musical, buscando abranger todos os estilos de várias épocas, sem nunca esquecer de dedicar uma parte à música brasileira. Soube encaminhar gerações de artistas para um estudo sério, crítico, das diversas fases da música, especialmente na área da música contemporânea.

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