
O modo menor ocupa um lugar singular na história da música ocidental. Desde o Barroco, ele é associado a afetos como melancolia, introspecção, dramaticidade e tensão, oferecendo um campo harmônico mais instável e ambíguo do que o modo maior. Essa instabilidade não constitui uma fragilidade estrutural, mas justamente a fonte de sua riqueza expressiva. Ao contrário do modo maior, cuja hierarquia funcional tende a ser mais previsível, o modo menor admite múltiplas variantes escalares e, consequentemente, um leque mais amplo de progressões harmônicas. Leia Mais



