
A música ocidental sempre se equilibrou entre dois pilares fundamentais: melodia e ritmo. Se a melodia costuma ocupar a imaginação popular como elemento mais reconhecível, o ritmo é o que sustenta a estrutura interna, conduz o fluxo e define a identidade de uma obra. Dentro do vasto universo rítmico, há um fenômeno que fascina músicos, estudiosos e ouvintes há séculos: a polirritmia. No piano, ela se transforma em um campo de estudo privilegiado, pois o instrumento, simultaneamente melódico, harmônico e percussivo, permite a convivência natural entre várias camadas sonoras. Essa capacidade torna o piano talvez o instrumento mais completo para a expressão polirrítmica. Leia Mais



