Skip to main content
piano-de-cauda

O piano e o cinema mudo

piano-de-cauda

No início da história do cinema, os filmes não possuíam trilha sonora, ou seja, eram “mudos”. Nessa primeira fase, a nova invenção enfatizava apenas o movimento: os filmes eram, geralmente, sem enredo, apresentando apenas o registro de imagens em movimento, como um trem chegando a uma estação, um homem regando seu jardim, homens jogando cartas, e coisas mais triviais. Por volta de 1900, os cineastas superaram os aspectos técnicos de apenas mostrar o movimento e começaram a contar histórias, transmitidas por meio de gestos suaves, mímica e letreiros explicativos.

Nessa fase, o diálogo, quando necessário, aparecia como uma grande legenda a ser lida pelos espectadores. Isso não quer dizer, no entanto, que se assistia aos filmes em absoluto silêncio, e é aí que piano e cinema mudo se encontram!

Leia Mais

Eudóxia de Barros

Eudóxia de Barros – Brasileira em primeiro lugar

Eudóxia de Barros

Dona de um extenso e premiado currículo, e agraciada com quase uma centena de dedicatórias dos mais destacados compositores eruditos brasileiros, Eudóxia de Barros destaca-se no cenário musical sobretudo por ter abandonado uma cômoda e promissora carreira internacional para dedicar-se e levar a música a todos os rincões do País, tal como legítima bandeirante paulista. Conheça um pouco sobre a vida de Eudóxia a seguir.

Leia Mais

O excêntrico Dr. John

Malcolm John Rebennack Jr., mais conhecido pelo nome artístico Dr. John, foi um dos mais icônicos músicos de blues da nova geração de New Orleans. Nascido em New Orleans em 20 de novembro de 1941, tinha ascendência alemã, irlandesa, espanhola, inglesa e francesa. Seus primeiros contatos com a música se deram por meio das canções de minstrel show cantadas por seu avô e várias tias, tios, irmãs e primas que tocavam piano. Iniciou seus estudos de piano apenas na adolescência, mas conhecia bem as gravações de King Oliver e Louis Armstrong, apresentadas por seu pai, que gerenciava uma loja de eletrodomésticos e venda de discos. O contato com as gravadoras permitiu que conseguisse acesso às salas de gravação de artistas de rock como Little Richard e Guitar Slim.

Leia Mais