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Sergei Rachmaninoff

Rachmaninoff – o último romântico

Sergei Rachmaninoff

Em 1980, o filme “Em Algum Lugar do Passado” chegou aos cinemas trazendo a história de um jovem que retorna ao passado para resgatar seu grande amor. A mistura de romance e ficção fez muito sucesso por conta do enredo e dos atores, mas, em grande parte, também pela trilha sonora. O destaque da trilha era uma composição de Rachmaninoff, a 18ª Variação da Rapsódia sobre um Tema de Paganini, que servia de tema de amor a cada vez que o personagem lembrava de sua amada.

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Lina Pires de Campos, formadora de pianistas e compositora

Lina Pires de Campos, formadora de pianistas e compositora

Lina Pires de Campos, formadora de pianistas e compositora

Ângela Del Vecchio Pires de Campos, mais conhecida como Lina Pires de Campos, foi pianista, compositora e uma das mais importantes professoras de piano em São Paulo. Nasceu na capital paulista em 18 de junho de 1918, filha do imigrante italiano e luthier Angelo Del Vecchio.

Sua família sempre trabalhou com música, fabricando violões, violinos, bandolins e cavaquinhos. Seu primeiro contato com o piano foi com Atílio Bernardini, professor de vários instrumentos, e, posteriormente, foi aluna de Leo Peracchi e Ema Lubrano Franco.

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Debussy

Claude Debussy – o piano impressionista

O que produções hollywoodianas como Assim Caminha a Humanidade (1956), Onze Homens e um Segredo (2001), A Saga Crepúsculo: Eclipse (2010) e Uma Noite de Crime (2013) têm em comum? Você pode pensar em atores, diretores ou mesmo produtores. Mas, se juntarmos a essa lista novelas da TV brasileira, peças de teatro, comerciais de perfume e muitos outros filmes, rapidamente se percebe que a resposta só pode ser uma: a música. “Clair de Lune”, a mais conhecida composição do francês Claude Debussy, é o fator comum a todas essas produções. Facilmente reconhecível, com certo ar etéreo que reflete serenidade e perenidade e delicadas alterações de sonoridade, a obra para piano recebeu várias versões, incluindo uma para orquestra do próprio compositor.

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Schumann

Robert Schumann: entre a genialidade e a loucura

Poucos artistas encarnaram tão bem os ideais do romantismo melancólico como Robert Schumann. Em sua obra, fica evidente o pessimismo profundo, influenciado por Byron, e os grandes dramas que viveu. Schumann correspondeu aos parâmetros do romantismo, nos quais amores impossíveis se alternavam com insanidade, delírios e atração pela morte.

Robert Schumann

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Camargo Guarnieri: o Mozart brasileiro

Camargo Guarnieri: o Mozart brasileiro

Mozart Camargo Guarnieri foi um dos maiores músicos nascidos em nosso País e sua obra deveria ser mais executada, conhecida e reconhecida.

Nascido em 1 de fevereiro de 1907, em Tietê, no Estado de São Paulo, o pianista, maestro e compositor era filho do imigrante italiano Miguel Guarnieri – barbeiro e flautista que gostava de batizar seus filhos com nomes de grandes músicos, como Mozart – e da pianista Géssia Arruda Camargo Penteado.

Camargo Guarnieri: o Mozart brasileiro

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Roberto Szidon

Roberto Szidon: o prolífico artista

Muitos são os pianistas brasileiros que têm lugar cativo entre os principais nomes da música mundial. Grande parte deles, desconhecidos do público de seu próprio País, são admirados por onde quer que se apresentem e figuram no panteão dos deuses do instrumento. Poucos, no entanto, tiveram uma carreira fonográfica tão bem-sucedida quanto o gaúcho Roberto Szidon.

Roberto Szidon

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Arthur Moreira Lima e a democratização da cultura

Nascido em 1940 no Rio de Janeiro, Arthur Moreira Lima iniciou seus estudos de piano aos seis anos. Apenas dois anos depois, dava seu primeiro recital, na Associação Brasileira de Imprensa, com obras de Beethoven, Chopin e Paderevsky. Aos nove, fez seu primeiro concerto profissional, no Teatro da Paz, em Belém do Pará.
Arthur Moreira Lima

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Villa-Lobos – o mais conhecido compositor do Brasil

Filho da dona-de-casa Noêmia Villa-Lobos e do funcionário da Biblioteca Nacional e músico amador Raul Villa-Lobos, Heitor Villa-Lobos nasceu em 5 de março de 1887, no bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro.

Villa-Lobos

A partir dos seis anos de idade, aprendeu, com o pai, a tocar clarinete e violoncelo. Raul Villa-Lobos ainda lhe obrigava a exigentes exercícios de percepção musical que incluíam o reconhecimento de gênero, estilo, caráter e origem de músicas, de notas musicais e ruídos.

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Zequinha de Abreu

Zequinha de Abreu: Conheça a história desse fantástico compositor!

Quem não conhece “Tico-Tico no Fubá”? A música foi um dos maiores sucessos da década de 1940 e fez parte da trilha sonora de cinco filmes americanos: “Alô Amigos”, “A Filha do Comandante”, “Escola de Sereias”, “Kansas City Kity” e “Copacabana”, quando, com letra de Eurico Barreiros, foi cantado por Carmen Miranda. Composto por Zequinha de Abreu, em 1917, o choro é constantemente interpretado ao piano, sendo uma das peças de resistência de muitos estudantes, além de violonistas, cavaquinhistas, bandolinistas e até mesmo cantores, nos mais diversos arranjos.

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Beethoven

Beethoven – o gênio indomado

Não há estudante de piano que não conheça ou queira tocar “Pour Elise”, uma das mais populares obras do alemão Ludwig van Beethoven. Utilizada em muitas ocasiões, desde desenhos animados até propagandas, de jogos a demonstrações de pianos digitais, passando por esperas telefônicas, a peça foi composta entre os anos 1808 e 1810, em homenagem a uma jovem a quem propôs casamento, chamada Therese Malfatti.

Beethoven

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