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Dois pianos e piano a quatro mãos – o prazer compartilhado

piano a quatro mãos

Compartilhar a execução musical com outro pianista pode render tanto ótimos momentos de prazer e satisfação quanto execuções memoráveis e obras inesquecíveis

Muitas são as formações de música de câmara que atraem o público e gozam da predileção dos pianistas, desde duos com violino e trios com a adição do violoncelo a grupos maiores, com instrumentos de sopro e percussão.

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A introdução do piano no Brasil

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Pelas qualidades sonoras que apresenta, o piano talvez seja um dos mais nobres e perfeitos instrumentos musicais até hoje inventados. Seu berço, a Europa, assistiu à criação de obras primas da criatividade humana, incluindo o desenvolvimento desse instrumento tão rico em sonoridade. Por ser colônia de Portugal, no entanto, o Brasil não viu de perto esse processo.

Até o início do século 19, antes da chegada da Família Real, o Brasil – pedaço mais lucrativo do império português – era um local rude, sem moeda circulante, educação superior, hospitais e, até mesmo, saneamento básico.

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A ação das teclas do piano

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As teclas do piano são o ponto de contato entre o pianista e o seu instrumento. E essa intimidade resultará em infinitos toques; suaves, vigorosos, longos, curtos. Seja qual for a força empregada pelos dedos do pianista, elas devem agir imediatamente, para depois, retornarem à posição de descanso.

Para isso, o mecanismo de um piano é uma máquina de grande complexidade: milhares de peças produzidas com diferentes matérias-primas entre madeiras, tecidos, adesivos, resinas e metais, são montadas de forma que tenham movimento preciso e coordenado desde o momento que as teclas são acionadas até os martelos percutirem as cordas.

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O estudo de música como auxiliar no tratamento de doenças

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“Pesquisadores matam células de câncer com sinfonia de Beethoven”. A chamada estampada em alguns dos sites de notícias mais importantes da internet pode parecer apelativa, mas o fato é verdadeiro.

Um grupo de cientistas liderados por Marcia Capella, do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro – realizou com sucesso uma pesquisa em que, em vez de quimioterapia e radioterapia, os pesquisadores tocaram a Sinfonia Nº 5 de Beethoven e “Atmosphères”, de Gyorgy Ligeti, para células de câncer de mama, em laboratório.

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