Poucos artistas encarnaram tão bem os ideais do romantismo melancólico como Robert Schumann. Em sua obra, fica evidente o pessimismo profundo, influenciado por Byron, e os grandes dramas que viveu. Schumann correspondeu aos parâmetros do romantismo, nos quais amores impossíveis se alternavam com insanidade, delírios e atração pela morte.

Os novos rumos do piano
As fronteiras das possibilidades sonoras e musicais do piano foram ampliadas ao longo da história, seja por meio da invenção de mecanismos como os pedais ou o escape, ou da criatividade de compositores como Chopin, Liszt ou Beethoven. No entanto, não satisfeitos em utilizar o piano de maneira mais tradicional, alguns estudiosos e compositores foram mais além.

Ornamentos – piano
Uma das mais icônicas cenas de desenhos animados, utilizada à exaustão como caricatura de pianistas, são os dedos do músico executando um trinado. Sinal de agilidade e resistência, o trinado sempre foi um dos ornamentos mais chamativos da performance pianística, e um dos mais difíceis de ser executado.

Camargo Guarnieri: o Mozart brasileiro
Mozart Camargo Guarnieri foi um dos maiores músicos nascidos em nosso País e sua obra deveria ser mais executada, conhecida e reconhecida.
Nascido em 1 de fevereiro de 1907, em Tietê, no Estado de São Paulo, o pianista, maestro e compositor era filho do imigrante italiano Miguel Guarnieri – barbeiro e flautista que gostava de batizar seus filhos com nomes de grandes músicos, como Mozart – e da pianista Géssia Arruda Camargo Penteado.

Estudo e interpretação do piano
O piano é um instrumento que, graças a seu complexo mecanismo – desenvolvido durante séculos – é capaz de reproduzir sons com grande diferença de amplitude, ou seja, fortes e fracos, de acordo com o desejo do pianista.