Quem não conhece “Tico-Tico no Fubá”? A música foi um dos maiores sucessos da década de 1940 e fez parte da trilha sonora de cinco filmes americanos: “Alô Amigos”, “A Filha do Comandante”, “Escola de Sereias”, “Kansas City Kity” e “Copacabana”, quando, com letra de Eurico Barreiros, foi cantado por Carmen Miranda. Composto por Zequinha de Abreu, em 1917, o choro é constantemente interpretado ao piano, sendo uma das peças de resistência de muitos estudantes, além de violonistas, cavaquinhistas, bandolinistas e até mesmo cantores, nos mais diversos arranjos.
Categoria: Pianistas
Beethoven – o gênio indomado
Não há estudante de piano que não conheça ou queira tocar “Pour Elise”, uma das mais populares obras do alemão Ludwig van Beethoven. Utilizada em muitas ocasiões, desde desenhos animados até propagandas, de jogos a demonstrações de pianos digitais, passando por esperas telefônicas, a peça foi composta entre os anos 1808 e 1810, em homenagem a uma jovem a quem propôs casamento, chamada Therese Malfatti.

João Carlos Martins – o incansável
Um dos maiores nomes do piano brasileiro de todos os tempos, João Carlos Martins, após atingir o ápice da fama, teve a carreira interrompida por fatalidades e problemas físicos, o que não lhe impediu de continuar se dedicando à música.

Nascido João Carlos Gandra da Silva Martins em 25 de junho de 1940, em São Paulo, o pianista e maestro é irmão do jurista Ives Gandra Martins e do pianista José Eduardo Martins.
Franz Liszt – o maior pianista de todos os tempos
Ao lembrar de grandes compositores, vários são os nomes que se destacam, como Bach, Chopin, Beethoven e muitos outros. Mas, ao citar os grandes pianistas, um deles é considerado, por muitos, o maior de todos os tempos: Franz Liszt.

Liszt nasceu na vila de Raiding, em Doborján, região da Hungria, no dia 22 de outubro de 1811. Foi batizado em latim com o nome “Franciscus”, mas sempre o chamaram de “Franz”, a versão alemã do nome. Era chamado de “François”, em francês, e “Ferenc”, “Ferencz” ou “Ferentz” em húngaro.
Chiquinha Gonzaga – a pioneira
Nascida Francisca Edwiges Neves Gonzaga, no Rio de Janeiro em 17 de outubro de 1847, Chiquinha Gonzaga foi a primeira chorona, a primeira pianista de choro, a autora da primeira marcha carnavalesca (“Ô Abre Alas”, de 1899) e a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil.

Filha de José Basileu Neves Gonzaga, militar de ilustre linhagem no Império, e da alforriada Rosa, mulata filha de escravos, a pianista, compositora e maestrina Chiquinha Gonzaga foi educada dentro de uma família de pretensões aristocráticas: aprendeu a ler, escrever e fazer cálculos, estudou o catecismo e outras prendas femininas, e, também, a tocar piano.