
Considerada sucessora de Chiquinha Gonzaga no piano brasileiro, Tia Amélia fez história tanto pela sua técnica invejável quanto pela predileção pelo choro, legado que recebeu diretamente de Ernesto Nazareth.
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Considerada sucessora de Chiquinha Gonzaga no piano brasileiro, Tia Amélia fez história tanto pela sua técnica invejável quanto pela predileção pelo choro, legado que recebeu diretamente de Ernesto Nazareth.
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Considerado um dos dez maiores pianistas eruditos do Brasil em todos os tempos, Jacques Klein por pouco não abandonou a música de concerto definitivamente para dedicar-se ao jazz. Mas, reverenciado como um dos maiores de seu tempo, fosse em recitais solo ou acompanhado, seu perfeccionismo técnico, aliado à grande sensibilidade, conquistou plateias no mundo todo e um lugar no panteão dos grandes músicos do Brasil.
Continue a leitura e conheça a história desse pianista do som dourado!
Com o sucesso da música pop, os vocalistas e guitarristas tomaram a frente e os pianistas ficaram tímidos, assistindo ao show? Nada disso! No pop também há uma série de pianistas que se destacaram como verdadeiros ícones da música. Alguns deles trafegaram na fronteira entre o jazz e o blues, outros dedicaram-se à chamada easy linstening (algo como “audição fácil”) e outros fincaram o pé no rock-and-roll. Mas o pop mais puro também tem seus ídolos, com seus nomes citados entre os maiores expoentes da mídia.
Em comum entre eles há o enorme talento, o fato de se apoiarem no piano e os instrumentos personalizados que utilizam, tanto no palco quanto em estúdio e em casa. Conheça três desses ídolos do piano pop e um pouco da história de cada um.

Poucos são aqueles que nunca ouviram uma das mais emblemáticas obras escritas para orquestra, o famoso “Bolero”, de Maurice Ravel. No entanto, apesar da fama da composição, muitos não conhecem a totalidade da obra do francês, nem tampouco fazem ideia de sua importância para a música do início do século 20.
Ravel não foi um músico revolucionário, pois, na maior parte de sua obra, se nota sua satisfação em trabalhar dentro das convenções formais e harmônicas estabelecidas em sua época, ainda firmemente enraizadas na tonalidade. Deixando como legado importantes obras para piano, Ravel tratou o instrumento de forma tão pessoal que se pode dizer que forjou uma linguagem própria, que carrega a marca de sua personalidade tão fortemente quanto as obras de Bach ou Chopin.
A frase “a tradição é a personalidade dos imbecis”, proferida pelo compositor, ilustra bem sua concepção artística. Continue a leitura para saber um pouco mais sobre sua história!

Sonata para piano número 8 em Dó menor, op. 13, geralmente conhecida como, Sonata Patética, foi publicada em 1799, embora tenha sido escrita no ano anterior, quando o compositor tinha 28 anos de idade. Beethoven dedicou esta obra ao seu amigo, o Príncipe Karl Lichnowsky.
